quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Outono, que linda estação!
Logo a seguir ao Verão
A comer castanhas ao serão
assadas no fogão.
Com o frio a chegar
E a natureza a se transformar
Ao castanheiro vou trepar
Para as castanhas ir buscar.
O S. Martinho está a chegar
A lareira vou ter de acender
Para castanhas assar
E contigo as comer.
Que lindo é o Outono,
Que lindo que é!
Uvas e castanhas
Deu-me o avô Zé. ------------------------------------------------------------------------------------ Poesia regional alusiva ao OUTONO!( retirada da net)
Logo a seguir ao Verão
A comer castanhas ao serão
assadas no fogão.
Com o frio a chegar
E a natureza a se transformar
Ao castanheiro vou trepar
Para as castanhas ir buscar.
O S. Martinho está a chegar
A lareira vou ter de acender
Para castanhas assar
E contigo as comer.
Que lindo é o Outono,
Que lindo que é!
Uvas e castanhas
Deu-me o avô Zé. ------------------------------------------------------------------------------------ Poesia regional alusiva ao OUTONO!( retirada da net)
sábado, 12 de novembro de 2011
PEQUENO POEMA ----Sebastião da GAMA
Quando eu nasci,
ficou tudo como estava.
Nem homens cortaram veias,
nem o Sol escureceu
nem houve estrelas a mais...
Somente,
esquecida das dores,
a minha Mãe sorriu e agradeceu.
Quando eu nasci,
não houve nada de novo
senão eu.
As nuvens não se espantaram,
não enloqueceu ninguém...
para que o dia fosse enorme,
bastava
toda a ternura que olhava
nos olhos de minha mãe.
( in Sebastião da Gama, “Serra-Mãe”, 1945) ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ OBSRV----------ESTA é a REGIÃO ONDE NASCEU ESTE POETA ------ "A SERRA- MÃE" é a SERRA DA ARRÁBIDA, que se avista do CASTELO e da POUSADA de PALMELA------
ficou tudo como estava.
Nem homens cortaram veias,
nem o Sol escureceu
nem houve estrelas a mais...
Somente,
esquecida das dores,
a minha Mãe sorriu e agradeceu.
Quando eu nasci,
não houve nada de novo
senão eu.
As nuvens não se espantaram,
não enloqueceu ninguém...
para que o dia fosse enorme,
bastava
toda a ternura que olhava
nos olhos de minha mãe.
( in Sebastião da Gama, “Serra-Mãe”, 1945) ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ OBSRV----------ESTA é a REGIÃO ONDE NASCEU ESTE POETA ------ "A SERRA- MÃE" é a SERRA DA ARRÁBIDA, que se avista do CASTELO e da POUSADA de PALMELA------
fOTOS paisagísticas tiradas do CASTELO de PALMELA
------------------------------------- 17 de Setembro 2011 ---------------- pASSEIO realizado com a ASSP ------------------------- SERRA da ARRÁBIDA --------------- FABULOSA a paisagem da SERRA da ARRÁBIDA que se avista do CASTELO!!! lINDA TAMBÉM A VISTA DE TRÓIA, bem ao longe........a vila mais focada é PALMELA, em baixo...........AS PAISAGENS QUE SE AVISTAM DO CASTELO SÃO MAGNÍFICAS... MARAVILHOSAS!!!....É TUDO LINDO A PERDER DE VISTA!!!....
FLORBELA ESPANCA
Perdi meus fantásticos castelos
Como névoa distante que se esfuma...
Quis vencer, quis lutar, quis defendê-los:
Quebrei as minhas lanças uma a uma!
Perdi minhas galeras entre os gelos
Que se afundaram sobre um mar de bruma...
- Tantos escolhos! Quem podia vê-los? –
Deitei-me ao mar e não salvei nenhuma!
Perdi a minha taça, o meu anel,
A minha cota de aço, o meu corcel,
Perdi meu elmo de ouro e pedrarias...
Sobem-me aos lábios súplicas estranhas...
Sobre o meu coração pesam montanhas...
Olho assombrada as minhas mãos vazias...
Florbela Espanca
Como névoa distante que se esfuma...
Quis vencer, quis lutar, quis defendê-los:
Quebrei as minhas lanças uma a uma!
Perdi minhas galeras entre os gelos
Que se afundaram sobre um mar de bruma...
- Tantos escolhos! Quem podia vê-los? –
Deitei-me ao mar e não salvei nenhuma!
Perdi a minha taça, o meu anel,
A minha cota de aço, o meu corcel,
Perdi meu elmo de ouro e pedrarias...
Sobem-me aos lábios súplicas estranhas...
Sobre o meu coração pesam montanhas...
Olho assombrada as minhas mãos vazias...
Florbela Espanca
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